Chapada dos Guimaraes e Nobres

cachoeira desfladeiro

O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães está localizado entre o Atlântico e o Pacífico onde se encontra o centro geodésico da América do Sul. Sua paisagem é caracterizada por gigantescas esculturas de pedra, um céu multicolorido e um corredor eletromagnético, o qual atrai muitas pessoas sensitivas, por reunir forças eletromagnéticas, além de ser um antigo pasto de dinossauros há 64 milhões de anos.

Possui 46 sítios arqueológicos catalogados em seus 33 mil hectares de área onde estão gravadas inscrições rupestres e pinturas feitas por antepassados. O parque é considerado um verdadeiro museu a céu aberto, onde foram encontrados ossos de dinossauros do período Jurássico, fósseis de inúmeros outros animais e conchas, entre outras preciosidades.

– Cachoeira Salgadeira
Formada por uma queda do rio Salgadeira, situa-se fora do Parque, a 20km da cidade de Chapada dos Guimarães, num enclave administrado pela Prefeitura Municipal. É a mais visitada por estar ao lado da rodovia MT-251 (entre Cuiabá e a cidade de Chapada dos Guimarães) e não cobrar ingresso. Está dentro de uma mata ciliar, com rica flora e uma pequena trilha de fácil acesso. Na área há um restaurante, com estacionamento.

– Véu de Noiva
Cartão postal da Chapada de Guimarães, a cachoeira Véu de Noiva, formada pelo rio Coxipó, com 86m de queda livre, é o principal ponto de visitação do Parque Nacional. Além da cachoeira, o vale e as escarpas do morro – formadas de arenito – aumentam a beleza do local. A cachoeira pode ser observada a partir de um mirante próximo à administração do parque. Ou por baixo, através de uma trilha íngreme, que só pode ser feita com autorização do Ibama. No local, existe um restaurante típico regional muito bem adaptado à paisagem e o ecoturista pode obter informações no centro de visitantes e comprar artesanato na lojinha do Ibama. Paga-se R$ 3,oo para entrar no Parque.

– Cachoeirinha
Está numa área particular encravada no Parque Nacional, no rio Coxipó, é uma das mais visitadas pela facilidade de acesso, de carro ou a pé, próximo à administração Dispõe de um poço adequado à natação se não fosse pela temperatura da água, um tanto quanto fria no inverno, devido à cascata com 18 metros de altura. Na área há um restaurante, com banheiros e duchas, numa prainha cercada por uma mata.

– Cachoeira do Pulo
A cachoeira do Pulo é um local muito procurado pelos turistas que gostam de aventura. O poço profundo permite que os visitantes possam saltar do alto. A queda dágua forma uma leve corredeira, ideal para banho. É uma das primeiras cachoeiras do roteiro das águas dentro do Parque Nacional, formada pelo rio Sete de Setembro

– Degrau
Formada pelo rio Sete de Setembro, no Parque Nacional da Chapada de Guimarães, Degrau é uma pequena cachoeira que, como o próprio nome lembra, possui vários degraus lembrando uma escada, formado por pedras lisas e com pouca correnteza. Faz parte do circuito das cachoeiras do Parque, a ser feito à pé.

– Prainha
A Prainha é o local preferido pelas crianças que visitam o Parque Nacional da Chapada de Guimarães. Trata-se de um pequeno poço de águas cristalinas, com fundo de areia, formado pelo rio Sete de Setembro, com uma pequena praia. Situa-se na beirada da Chapada.

– Sete Setembro
Situada dentro do Parque Nacional da Chapada de Guimarães, a cachoeira Sete de Setembro é a mais próxima do estacionamento, junto à administração do Ibama. Trata-se de uma bonita queda dágua no rio Sete de Setembro, formando um poço de pouco profundidade. Águas cristalinas, em geral frias, que nascem nas grotas entre os paredões da chapada.

– Sonrisal
Situa-se dentro do Parque Nacional da Chapada de Guimarães, em Mato Grosso. Trata-se de uma queda dágua que faz parte do “roteiro das cachoeiras” e ganhou este nome devido à formação de bolhas no poço, que teriam semelhança com um antigo medicamento efervescente. Águas límpidas, frias nos meses de inverno e poço ideal para banho.

– Andorinhas
Quem tem mais preparo físico e disposição para descer o morro encontra a cachoeira das Andorinhas, com queda de 18 metros, conhecida nos anos 80 como “cachoeira dos Malucos”, por causa dos alternativos que freqüentavam a região na época. Só é acessada à pé através de trilhas e faz parte do roteiro das cachoeiras do Parque Nacional da Chapada de Guimarães. Circundada por um paredão de rochas, onde as andorinhas podem ser vistas em certas épocas do ano.

– Independência
Seguindo a mesma trilha da cachoeira das Andorinhas, no Parque Nacional da Chapada de Guimarães, encontra-se o salto da Independência – com mais de 20 metros de altura, cercado por uma mata de galeria fechada que quase esconde a cachoeira. Era conhecida por cachoeira do Arco-Íris, devido às belas formações óticas que se formam com sua queda. Teve o nome mudado quando se procurou desfazer as influências da cultura alternativa na chapada.

– Martinha
Apesar do nome, que lembra uma antiga moradora das redondezas, situa-se no rio da Casca, a cerca de 38km da cidade de Chapada dos Guimarães, logo abaixo da ponte sobre o trecho ainda não-asfaltado da rodovia MT-251, no sentido de Campo Verde. Trata-se na verdade de um conjunto de três cachoeiras, com volume dágua maior do que as demais cachoeiras da chapada, formando entre si poços profundos, ideais para natação (cuidado com as pedras). Vale a pena ser visitada.

– Aroe Jari
Aroe Jari – ou Morada das Almas em língua bororo – é a segunda maior caverna brasileira constituída de arenito. Situa-se a 46 km da cidade de Chapada de Guimarães (MT), fora do Parque Nacional. O trecho entre o estacionamento e a entrada da caverna é percorrido por trilhas agradáveis, passando por veredas, campos úmidos e matas de galeria. O interior da caverna de Aroe Jari (pronuncia-se aroejári) tem 1.400 metros de extensão em relevo plano. Há um lago subterrâneo que pode ser acessado por duas entradas (atualmente este percurso é proibido para turistas). Próximo a uma das entradas, há uma nascente que formou uma lagoa de água cristalina e azulada. Só pode ser visitada com guias credenciados, pagando-se R$ 5,oo na entrada (está em área particular).

– Casa de Pedra
A Casa de Pedra é uma abertura na rocha de arenito, formando um janelão. Esculpida pelo rio Sete de Setembro, é bastante visitada e serve de local de descanso para ecoturistas. O acesso é feito por uma estrada de terra no Parque Nacional da Chapada de Guimarães e o carro chega bem perto, sendo necessário descer poucos degraus de uma escada de cimento, para evitar degradação no ecossistema. Fica próxima a uma das cachoeiras do circuito do Parque Nacional.

– Cidade de Pedra
São belas formações naturais com rochas de arenito esculpidas pelo vento e pela chuva. O nome vem do fato de lembrar, de longe, um conjunto de habitações – a Cidade de Pedra, que já serviu de cenário para abertura de novelas famosas. Chega-se até lá a partir da cidade de Chapada dos Guimarães, pela rodovia que segue para Cuiabá, entrando-se à direita no povoado de Água Fria, a 10km da cidade de Chapada. Dalí em diante é estrada de terra: percorrem-se 10km e vira-se à esquerda na placa da Fazenda Chafariz. Dalí são mais 8,5km até as formações rochosas, situadas dentro do Parque Nacional, já próximas das bordas da chapada. Do alto vê-se bela paisagem, com os paredões habitados por aves como a arara vermelha e, em baixo, o vale onde nascem alguns dos córregos do parque, como o Mutuca, o rio Claro e o córrego da Porteira.

– Mirante do Geodésico
Trata-se da borda da chapada, a 7,5km da cidade de Chapada dos Guimarães, de onde se tem uma das mais belas vistas da região. De um lado há paredões e grotas, de outro o vale a perder de vista. Quando não há fumaça de queimadas no ar é possível ver ao longe o espelho de barragens e pequenas lagoas deixadas por atividades garimpeiras no passado. O nome vem do fato de existir alí restos de um marco de cimento, do que se acreditava durante algum tempo ser o verdadeiro centro geodésico da América do Sul (hoje confirmou-se que o centro é mesmo em Cuiabá, em local demarcado em 1909 pelo marechal Cândido Rondon).

– Morro São Jerônimo
Situado dentro do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, o morro de São Jerônimo é um marco na paisagem da região. É alcançado a partir da estrada de terra dentro do parque, por onde transita-se de carro sem maiores dificuldades, passando por formações rochosas até sua base (vale a pena sair um pouco do caminho e conhecer o Chapéu de Pedra, por exemplo). Deixa-se o carro no cerrado e segue-se por uma trilha um pouco cansativa, de quase uma hora, até o topo. A vista do alto é das mais exuberantes da chapada, podendo-se ver na planície ao longe a silhueta de Cuiabá, quando não há queimadas poluindo o ar com fumaça.

– Chapéu de Pedra
É uma grande pedra apoiada sobre outras menores, solta no meio do campo, dentro do Parque Nacional da Chapada de Guimarães (MT). Para chegar até lá pega-se a estrada de terra, que permite o trânsito normal de automóvel (com pequenos trechos de areal), ou então faz-se uma caminhada mais demorada. É o mesmo caminho para a trilha do morro de São Jerônimo, desviando-se um pouco antes de chegar à sua base.

O melhor período para a visitação vai de maio a setembro. Neste período as cachoeiras estão mais cheias e aparecem as flores do cerrado. De agosto a outubro, a visita nos Cânions da Cidade de Pedra está proibida pelo Ibama por prevenção de incêndio no parque.

Documentação

Brasileiros
– passaporte (válido até o término da viagem)
– RG (Carteira de Identidade Civil emitida pela Secretaria de Segurança Pública dos Estados), CREA, CRM, OAB, Carteira de Habilitação, Carteira de Identidade Militar, entre outros documentos de identidade civil válidos em território nacional, desde que o mesmo esteja em bom estado de conservação.

Estrangeiros
– passaporte válido (mínimo de 6 meses) ou RNE válido (Registro Nacional de Estrangeiros).
Estrangeiros não residentes no Brasil deverão embarcar com passaporte válido (mínimo de 6 meses) e tarjeta de entrada no Brasil carimbada pela imigração do aeroporto. Quanto à necessidade de visto, o hóspede deve procurar diretamente o Consulado brasileiro no seu país de origem.
Não será permitido o embarque com cópia de documentos, mesmo que autenticados.

Vacinas
– É recomendável tomar a vacina contra Febre amarela (tomar 10 dias antes da viagem)

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