Fernando de Noronha

Por do sol Noronha

Repleta de praias paradisíacas, flora e fauna riquíssimas e paisagens sem igual, Fernando de Noronha está no topo da lista dos locais mais visitados e admirados por turistas do Brasil e de todo o mundo. As boas condições ambientais do arquipélago atraíram a atenção de ambientalistas de todo o planeta, fazendo com que o local recebesse o título de Patrimônio Mundial da Humanidade, concedido pela UNESCO, em 2002.

No Arquipélago vive uma população de aproximadamente 2.100 habitantes. O turismo é desenvolvido de forma sustentável, criando a oportunidade do encontro equilibrado entre homem e natureza em um dos santuários ecológicos mais importantes do mundo.

A vegetação predominante em Fernando de Noronha é composta por espécies típicas do agreste nordestino, que perdem sua folhagem na estação seca. Em geral, apresenta árvores nas áreas mais elevadas e arbustos nas superfícies mais planas.

Em Fernando de Noronha há inúmeras piscinas naturais que permitem o contato direto com a variada e exótica fauna marinha do local. As águas das ilhas estão repletas de peixes, esponjas, algas, moluscos e corais.

No mirante da Baía dos Golfinhos, os golfinhos-rotadores podem ser observados em seu ambiente natural. Um dos espetáculos mais bonitos da ilha acontece diariamente, ao nascer do sol, quando grupos de golfinhos se deslocam para o interior da baía, uma área de águas calmas e protegidas.

As tartarugas marinhas também são observadas a partir de novembro, agrupadas na superfície da água, quando os machos adultos disputam as fêmeas, dando início ao período de reprodução dessa espécie no arquipélago. O arquipélago conta ainda com espécies endêmicas, animais trazidos pelo homem e, também, animais migratórios.

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Praias e Baías – Mar de Fora

– Praia do Leão
(3º lugar, entre as praias mais bonitas do Brasil).
Longínqua, situada além do Açude Xaréu, seu nome vem da enorme pedra que se assemelha vagamente a um leão-marinho deitado. Ao seu lado, outra formação rochosa – o Morro da Viuvinha. Incontáveis ninhos podem ser vistos nessas formações rochosas. Areias muito brancas, piscinas em pedras, esguichos, atalho de acesso ao mar. No alto, as evidências construtivas do Forte do Bom Jesus do Leão, com 13 canhões semi-enterrados. É a praia onde mais ocorre desova de tartarugas. É área de Parque, com controle rigoroso permanente. Nos períodos de desova, ninguém desce à praia após as 18h00.

– Ponta das Caracas
Numa ponta rochosa, estão as encantadoras piscinas naturais, no meio das pedras, às quais se chega descendo pela escarpa. Adiante, o profundo mar azul. Nas piscinas, peixes coloridos, arraias e cações formam a atração dessa área, atualmente proibida para banho pelos perigos que a descida proporciona. É área do Parque Nacional, com controle permanente.

– Baía do Sueste
De mar calmo e ondas suaves, esta é uma região histórica, onde desembarcou, em 1629, a esquadra que pretendia retomar o Arquipélago das mãos dos holandeses. É um porto opcional para as épocas em que acontecem as ressacas no mar de dentro. Guardando a baía, à esquerda, estão as ruínas no Forte de São Joaquim do Sueste. Junto ao mar, o único mangue em ilha oceânica, uma raridade ecológica. Pela sua importância como porto alternativo, junto a esta baía vem terminar a BR 363, que parte do porto de Sto. Antônio, no lado contrário da ilha. É área do Parque Nacional, com controle permanente.

– Praia de Atalaia
Sua paisagem lembra a origem vulcânica da ilha: pedras negras, arrecifes e o Morro do Frade, no meio do mar. Numa pequena faixa de terra, somente trinta pessoas podem permanecer, exigência permanentemente controlada pela IBAMA. Com os arrecifes descobertos, têm-se uma grande piscina, de intensa vida marinha. Na maré alta, formam-se os esguichos, que sobem a grandes alturas. No canto esquerdo da praia, as ruínas da Salina que aí funcionou no período da presença americana durante a guerra. É área do Parque Nacional, com controle permanente.

– Enseada da Caeira
Região de piscinas em pedras, rodeada de dunas (uma outra raridade ecológica), é uma enseada íngreme, que exige cuidados no caminhar entre pedras. Um grande número de pássaros sobrevoa a região. É área do Parque Nacional, com controle permanente e intensa vigilância.

– Buraco da Raquel
Região contemplativa, tem seu nome tirado de uma enorme pedra à beira-mar, com grande cavidade, rodeada de piscinas rasas, cheias de peixes coloridos. A descida é proibida, pela suposição de que aí está um dos celeiros de vida marinha que merecem ser preservados. O nome “Raquel” é atribuído à filha excepcional de um dos comandantes militares que, em crise, ali costumava esconder-se.

– Ponta da Air France
Localizada exatamente no ponto em que se encontram o mar-de-dentro e o mar-de-fora, esta é uma região histórica, onde se instalaram os franceses na década de 20, para prestar apoio à aviação. Não é área para banho; somente para a contemplação do mar e das ilhas secundárias, dentre as quais – a de São José – abriga a única fortificação localizada fora da ilha principal: o Forte de São José do Morro. Na edificação que resta das três que compunham a antiga base de apoio, está instalada a Associação de Artistas e Artesãos Noronhenses, no chamado “Espaço Cultural Air France”.

Praias e Baías – Mar de Dentro

– Baía e Porto de Santo Antônio
Ancoradouro natural, é usado como porto de descarga de embarcações, tendo sido construído um molhe de pedra para a atracação de navios de pequeno porte. Navios maiores ficam fundeados a cerca de 500m da praia, porque há uma embarcação grega – o navio Eleani Sthatathos – afundada no porto, que impede a atracação de grandes navios. Nas proximidades está o Forte de Sto. Antônio, bastante arruinado. É a primeira das fortificações da ilha principal e seu nome batizou toda a região. Também pode ser visto o que resta do primeiro molhe erguido durante a guerra, para descarregamento de canhões. Todas as embarcações de pesca e de turismo aí se abrigam.

– Praia da Biboca
Não é uma área para banhos. Localizada abaixo da Fortaleza dos Remédios, é formada por pedras negras, que comprovam a origem vulcânica da ilha. Essa área compõe admiravelmente a paisagem vista do alto do Forte e permite caminhadas na maré seca, apesar das dificuldades que apresenta. Muitos vestígios de naufrágios costumam ser aí encontrados.

– Praia do Cachorro
Situada logo abaixo da Fortaleza dos Remédios, esta praia possuía uma fonte com a cara de um cachorro, em bronze, vindo daí o seu nome. Uma bica de água doce é uma atração a mais nessa praia próxima à Vila. Há uma piscina em pedra (o “Buraco do Galego”) e as muralhas do Parque de Santana na parte alta. Esse forte foi o primeiro a ser desativado e transformado em Arsenal de Marinha no começo do século passado. Nas suas pedras os pescadores costumavam salgar o peixe, vindo daí o apelido de “Salgadeira”. Aí também está uma parte do Terminal Turístico, onde se localizam feirinhas típicas.

– Praia do Meio
Pequena extensão intermediária entre a praias do Cachorro e da Conceição, é uma praia de águas mansas e piscinas em pedras, nos períodos de mar calmo, e agitada e proibida para banhos nos períodos de ressaca. No limite com a praia e a ilhota da Conceição está o “Pião”, uma pedra de grandes proporções, equilibrada em pedras menores, comprovando que não existem tremores de terra em Fernando de Noronha.

– Praia da Conceição
Situada no sopé do Morro do Pico, é uma praia de grandes proporções, bastante procurada pelo seu fácil acesso. Nas marés altas, esta praia é ótima para a prática do surfe. Na maré mansa a praia é calma, com grande extensão de areia para ser percorrida, emoldurada de coqueiros.

– Praia do Boldró
Reservada no passado para os americanos, instalados nas suas proximidades com o Posto de Observação de Teleguiados, é hoje a praia mais próxima do Hotel Esmeralda, que funciona nessas mesmas instalações. Na maré alta, suas ondas são um convite ao surfe. Na maré seca, caminha-se sobre pedras e por longa extensão de areia. No alto da falésia, fica o Forte de São Pedro do Boldró, um excelente mirante e uma das fortificações do sistema implantado no século XVIII.

– Praia do Americano
Pequena e deserta, é procurada exatamente pela sua privacidade. É assim chamada por estar incluída na área usada antigamente pelos americanos no Posto de Observação de Teleguiados, na vizinha Praia do Boldró. No período militar, esta praia também era reservada, sendo proibido seu uso por ilhéus.

– Praia do Bode
Um caminho antigo, em pedras, leva a essa praia calma, com piscinas em pedras, onde uma pedra de grandes proporções (a Pedra do Bode) serve como mirante.

– Praia da Quixabinha
Uma praia pequena, situada entre a Praia do Bode e a Cacimba do Padre, é sossegada na vazante e agitada na maré alta, sendo excelente para banhos.

– Praia da Cacimba do Padre
Uma da maiores praias da ilha em extensão, esta tem, como atração maior, o Morro Dois Irmãos, duas elevações semelhantes, à beira da água. O nome primitivo era Praia da Quixaba. A descoberta, em 1888, pelo capelão do presídio, de uma fonte de água potável fez com ela passasse a ser chamada dessa outra forma. Na parte alta, ficava a Vila da Quixaba, com a capela de Nª Sª da Conceição, um grande alojamento de presidiários de mau comportamento e 28 casas. Próximos à antiga Vila estão as evidências de uma das baterias da II Guerra Mundial.

– Baía dos Porcos
(2º lugar, dentre as praias mais bonitas do Brasil)
Uma área de pequenas proporções, lindíssima, quase sem extensão de areia, é formada por pedras que são verdadeiras piscinas de peixes coloridos, limitadas pelo alto paredão de pedras pretas, tendo, em frente, o Morro dos Dois Irmãos. Na parte alta, está o Forte de São João Baptista dos Dois Irmãos, a última fortificação deste lado da ilha. O acesso à baía é difícil e feito por caminho entre pedras.

– Baía do Sancho
(1º lugar, dentre as praias mais bonitas do Brasil)
Baía de águas límpidas e fundo de areia, é uma das poucas que permite a parada de embarcações para banho, sem causar danos aos corais. Isolada, limitada por uma falésia acentuada, mirante natural de onde se descortina a paisagem pode ser alcançada por três “caminhos”: Pelo mar, em barcos; Pelas escadas encravadas dentro de uma fenda na rocha, com uma fantástica abertura, de onde se descortina o mar, complementada por degraus nas pedras, descendo até a areia clara; Ou escalando rochas a partir da vizinha Baía dos Porcos. Qualquer das formas é sempre uma deliciosa aventura. Coberta de vegetação e repleta de ninhos de aves, essa baía situa-se na área do Parque e por isso possui fiscalização constante.

– Baía dos Golfinhos ou Enseada do Carreiro de Pedra
A mais notória atração de Fernando de Noronha, essa baía é local de acasalamento e descanso dos golfinhos, sendo considerada “o maior aquário natural do mundo em animais dessa espécie”. O acesso à Baía é proibido, limitado por bóias e cordas. Chamados “marsuínos” em livros antigos e “tuninhas” entre os presos, os golfinhos rotadores podem também ser vistos do alto da Baía, no Mirante dos Golfinhos.

– Ponta da Sapata
Não é uma região para banhos. Nessa ponta da ilha principal, está a vegetação nativa da ilha, não mexida por ser uma região íngreme e não habitada. Uma abertura, de lado a lado, na falésia, é chamada de “portão” e, de alguns ângulos, assemelha-se ao mapa do Brasil. É um dos lugares preferidos pelos mergulhadores.

Trilhas e Passeios

– Trilha Baía do Sancho
No caminho desta trilha há duas escaladas pelas rochas que isolam a baía dos Porcos. O esforço para se atingir a praia da baía do Sancho, que fica ao lado, vale a pena, uma vez que esta praia é uma das melhores para a prática de mergulho. No final do passeio, encontra-se o grande desafio desta trilha. Para se poder atingir o mirante é preciso subir por escadas encravadas na fenda de um penhasco de 40 metros. Início na Praia da Cacimba do Padre, término na Baía do Sancho.

– Trilha do Farol
Esta trilha, com 2,5 km de extensão, pede paradas para a pura contemplação. Nela há uma sequência de mirantes verdadeiramente deslumbrantes e que mostram uma paisagem quase ainda intocada.

– Ponta do Capim-Açu
Por esta trilha, chega-se a uma das extremidades da ilha, onde há ruinas de equipamentos construídos durante a Segunda Guerra. Caminha-se por encostas íngremes até chegar à Ponta do Capim-Açu. A partir daí, há uma descida rumo à Praia do Leão. Aberta somente de agosto a fevereiro. Início e fim na Praia do Leão.

– Pontinha Pedra Alta
Os caminhos percorridos por esta trilha levam a uma espécie de viagem no tempo. No percurso, avistam-se as “pedras secas”, local histórico do primeiro naugráfio ocorrido no Brasil, em 1503, e a caverna do “Capitão Kid” que originou uma das lendas existentes na Ilha. Início na Enseada da Caeira e término na Vila do Trinta.

– Trilha Baía dos Golfinhos
A baía dos Golfinhos é um verdadeiro santuário, um imenso aquário natural onde o banho de mar, a pesca e o mergulhos são rigorosamente proibidos. Apesar dessas restrições, o passeio recompensa. Essa trilha leva a um penhasco de 70 metros de onde se pode admirar golfinhos rotadores que procuram o lugar para se acasalar, alimentar os filhotes ou mesmo descansar. Início e fim na Quixaba.

– Trilha Jardim Elizabeth
O nome Jardim Elizabeth é uma herança dos holandeses. Mapas da época assinalam o local como sendo escolhido para aclimatação de plantas trazidas da Europa para a produção de alimentos. Com 1.600 metros de extensão, a trilha corta a mata, passa por uma alameda de cajazeiras e por uma ponte do século 18 sobre o leito seco do Riacho Mulungu. O passeio de cerca de 1 hora termina na Praia do Cachorro, onde além de um bom mergulho pode-se tomar banho de bica.

– Trilha Costa Azul
A trilha tem uma extensão de 2.300 metros e pode ser feita em aproximadamente duas horas de caminhada. Seu ponto de partida é a Vila dos Remédios, onde está o presídio feminino, erguido no século 18. Porém é na Rua do Pico, onde em certos trechos formam-se mirantes naturais para as praias do Cachorro e do Meio, onde a trilha realmente se desenvolve. A trilha termina na Praia da Conceição onde está o Morro do Pico, visto de todos os cantos da ilha. Contornando a base do morro, entre as rochas, chega-se às ruínas do Forte Santa Cruz.

– Trilha Costa Esmeralda
A Trilha Costa Esmeralda, que também pode ser feita em duas horas de caminhada, tem a extensão de 2.200 metros e passa por três praias: do Bode, Quixaba e Cacimba do Padre. Fazendo esse caminho, pode-se observar as catraias – aves marinhas da família dos pelicanos – mergulhando em busca de alimento. Nesta trilha, que é uma das mais litorâneas, vê-se a mata que emoldura a praia. No final, dentro do mar, vê-se duas grandes rochas, chamadas Dois Irmãos.

– Caminhada Histórica na Ilha
Caminhada pela Vila dos Remédios com visita ao Museu, Igreja, Fortes dos Remédios, Palácio São Miguel e Ruínas. Após visitar monumentos históricos, o passeio segue até as praias de Conceição, do Meio e do Cachorro.

– Ilhatur
Passeio de buggy com no máximo 4 passageiros. O Passeio tem inicio sempre pala manhã às 08:00h encerrando com o por do sol. Neste passeio são visitadas as principais praias e mirantes.

– Passeio de barco
É a atração preferida dos turistas. As embarcações navegam pelo Mar de Dentro, oferecendo uma visão incrível das praias de Fernando de Noronha e das ilhotas ao redor. Com sorte, é possível ver golfinhos nadando ao lado do barco. Na Baía do Sancho é feita uma parada para mergulho livre.

– Aquasub
Você será puxado por um barco segurando uma prancha e estará usando mascara e snorkel. É muito fácil manusear a prancha. Inclinando para baixo, você fará manobras dentro da água e para cima você voltará para a superfície.

– Observação das Tartarugas
Passeio feito o ano todo, realizado na praia do Boldró com mergulho, observa-se neste passeio também a demarcação das tartarugas efetuada por funcionário do IBAMA.

– Desova de Tartarugas na Praia do Leão
Ocorre nos meses de Dezembro a Maio, trata-se de um passeio noturno com monitores do Tamar, observa-se a desova das tartarugas. São agendadas somente 4 pessoas por noite, o transfer até a praia é por conta do visitante.

– Observação de golfinhos
Os golfinhos-rotadores podem ser vistos do mirante que dá para a Baía dos Golfinhos. Nesse local, eles se alimentam e procriam. O melhor horário para observação é durante as primeiras horas do dia.

– Surfe
Ondas de dois metros com picos de até cinco metros de altura, como os da Laje da Cacimba, Boldró, Ruro e Abrás, são procuradas por surfistas do mundo todo, principalmente entre os meses de novembro e abril. Algumas etapas do Campeonato Nacional de Surfe são realizadas em Fernando de Noronha.

– Mergulho de Batismo
O cliente desce aproximadamente 12 mts acompanhado de um instrutor, com duração de 25 à 30 mim submerso. Existem algumas restrições para este passeio: Não podem realizar este passeio os passageiros que tiverem precauções de saúde tais como: cardíacos, respiratórios, gestantes.

– Mergulho livre
A ilha é considerada um dos melhores lugares para mergulho do mundo.

Os principais pontos de mergulho são:

– Naufrágios
A 64m de profundidade, a corveta Ipiranga é considerada o naufrágio mais conservado do Brasil. O navio grego Eliane Estatatus fica na Baía de Sto. Antônio, junto ao porto, a 8 metros de profundidade. Por estar próximo à orla, é possível chegar ao local nadando.

– Laje dois Irmãos
Fica junto aos rochedos Dois Irmãos, em frente à Baía dos Porcos. O mergulho pode ficar entre 8 e 15 metros.

– Cabeço do Sapata
Paredão que chega a 40 metros de profundidade.

– Iuais
Laje a 23 metros de profundidade.

– Pedras Secas
Conjunto de rochas que vão da superfície a 15 metros de profundidade. Oferecem excelente visibilidade.

– Ilha do Frade
Até 20 metros de profundidade. Fica em frente à praia de Atalaia.

– Ilha do Meio
Tocas e cavernas a 15 metros.

– Pontal do Norte
Grande rochedo que chega a 42 metros de profundidade.

O clima de Noronha é tropical com calor o ano inteiro. A temperatura média é de 28º C.

Existem duas estações bem definidas: seca (de setembro a março) e chuvosa (de abril a agosto). As chuvas, em geral de pouca duração, são intercaladas pelo aparecimento do sol.

Documentação

Brasileiros
– passaporte (válido até o término da viagem)
– RG (Carteira de Identidade Civil emitida pela Secretaria de Segurança Pública dos Estados), CREA, CRM, OAB, Carteira de Habilitação, Carteira de Identidade Militar, entre outros documentos de identidade civil válidos em território nacional, desde que o mesmo esteja em bom estado de conservação.

Estrangeiros
– passaporte válido (mínimo de 6 meses) ou RNE válido (Registro Nacional de Estrangeiros).
Estrangeiros não residentes no Brasil deverão embarcar com passaporte válido (mínimo de 6 meses) e tarjeta de entrada no Brasil carimbada pela imigração do aeroporto. Quanto à necessidade de visto, o hóspede deve procurar diretamente o Consulado brasileiro no seu país de origem.
Não será permitido o embarque com cópia de documentos, mesmo que autenticados.

Vacinas
– É recomendável tomar a vacina contra Febre amarela (tomar 10 dias antes da viagem)

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