Peru

dança peruana

Herdeiro de culturas milenares e de uma rica tradição colonial, o Peru possui um dos mais ricos acervos culturais da América do Sul, que atrai turistas do mundo inteiro, devido à sua grande variedade de destinos turísticos e arqueológicos.

O turismo no Peru é dividido em três regiões principais: Costa, Serra e Selva.

Tombada pelo patrimônio histórico cultural, Cusco está localizada na região da Serra, com muitas das ruínas Incas, ruas e casas tipicamente coloniais e muros edificados originalmente em arquitetura Inca. De Cusco parte o trem com destino ao complexo arqueológico de Machu Picchu, a cidade perdida dos Incas. O visitante pode ainda optar pelo percurso da Trilha Inca, um dos mais importantes percursos de trekking e acampamentos do mundo.

Lima

– Praça Mayor
Foi o centro da antiga cidade colonial. No seu perímetro está a Catedral de Lima, o Palácio do Governo e a Municipalidade Provincial de Lima. No centro destaca-se uma fonte de bronze que data do século XVII.

– Catedral
O interior é austero, apesar de conter verdadeiras jóias históricas, como o espetacular conjunto de assentos do coro de Pedro de Noguera, diversos altares laterais e os restos de Francisco Pizarro. Além disso, pode-se visitar o Museu de Arte Religioso, que possui uma importante coleção de pinturas, esculturas, cálices e casulas.

– Igreja e Convento de San Francisco
Conjunto arquitetônico do século XVII. Inclui a igreja, o convento e a pracinha. Além disso, aí estão as famosas catacumbas (galerias subterrâneas) que serviram de cemitério durante a Colônia.

– Huaca Huallamarca
Templo de forma piramidal que cronologicamente corresponde à época de inícios do desenvolvimento regionais. Alberga um Museu de Sitio com exibição de peças encontradas nas escavações do lugar.

– Huaca Pucllana ou Juliana
Construção pré-inca a base de adobes com forma piramidal. Foi um dos centros cerimoniais administrativos mais importantes da cultura Lima. Alberga um museu de sitio com exposição de diversas peças encontradas nas escavações.

– Museu de Oro
Nasce da coleção de dom Miguel Mujica Gallo, colecionador que ao longo da sua vida reuniu diversas peças originais e réplicas de culturas pré-incas. Destacam objetos das culturas Mochica e Chimú. Também conta com um Museu de Armas composto por peças que datam do século XVI.

– Museu Nacional de Antropologia, Arqueologia e História
Integra todo o processo arqueológico e histórico peruano. Guarda uma das coleções mais completas de cerâmica, artesanato têxtil e ourivesaria de culturas pré-colombianas.

– Complexo Arqueológico de Pachacámac
Foi o centro cerimonial mais importante da costa peruana desde os tempos anteriores aos Incas. O principal material utilizado nas edificações foi o barro. Podem ser distinguidos palácios, praças e templos.

Cusco

– Catedral da Cidade de Cusco
Na fachada e no interior domina o estilo renascentista, com uma decoração interior muito rica em talhados de cedro e aliso (amieiro). Conserva uma coleção importante de pinturas da escola cusquenha e objetos de prata cinzelada.

– Templo da Companhia de Jesus
O templo original foi construído em 1571 sobre os terrenos do antigo Amarucancha, palácio do Inca Huayna Cápac. Depois do terremoto de 1650 foi reconstruído em 1688. O desenho original e a fachada são exemplos do barroco andino.

– Bairro de San Blas
É um dos bairros mais pitorescos de Cusco. Chamado Toqokachi ou buraco de sal, caracteriza-se pelas ruas estreitas e empinadas e pelas lindas casas de estilo colonial. É conhecido como o Bairro dos Artesãos.

– Templo e Convento de La Merced
De estilo barroco, a igreja foi construída entre os anos 1657 e 1680. A sacristia guarda um lindíssimo tesouro, uma impressionante custodia de ouro e pedras preciosas de 1,3 m de altura e pesando 22 kg, coroada por uma grande pérola em forma de sereia, considerada a segunda maior do mundo.

– Templo e Convento de Santo Domingo / Koricancha
De acordo com os cronistas, o Koricancha, era uma das edificações mais impactantes de Cusco incaico; no interior tinha paredes inteiras revestidas com lâminas de ouro, pois era o principal templo do deus Sol. Sobre a construção original, em 1534 os espanhóis edificaram a igreja e o convento dominico, os quais caíram com o terremoto de 1650 e aproximadamente em 1681 foram reconstruídos. O convento possui uma pinacoteca muito valiosa com pinturas dos séculos XVII e XVIII.

– Complexo Arqueológico de Sacsayhuamán
A construção de Sacsayhuamán teria sido de caráter religioso, mas sua localização e estilo foi considerada pelos espanhóis e cronistas como uma edificação militar. Ali estaria situado o templo mais importante do Hanan Qosqo ou Cusco de Arriba, dedicado à cosmologia andina, à veneração do Inti (Sol), Quilla (Lua), Chaska (Estrelas), Illapa (Raio) e as demais divindades. É qualificada como ciclópica pelo tamanho das pedras, algumas chegam a pesar entre 90 e 128 toneladas. Todos os anos no dia 24 de junho aí é celebrada a grande festa chamada Inti Raymi ou Festa do Sol.

– O templo de Koricancha
O templo, cujas suntuosas paredes diz a lenda que estiveram recobertas por lâminas de ouro e prata, esteve dedicado ao culto do sol, albergando em ocasiões imagens do Trovão e Wiracocha, de idades trazidas de distintas regiões e múmias de governantes.

– Os centros de culto de Qenqo e Tambomachay
Qenqo é um imenso promontório rochoso talhado de escalões, covas e canais, seguramente feito para depositar a chicha (bebida de milho) que se bebia nos rituais incas.

Tambomachay é um sítio impressionante de arquitetura fina composta de plataformas, nichos e piletas que continuam funcionando e pelos seus desaguadouros corre água procedente de um manancial que existe na parte alta. Nos tempos incas era um lugar sagrado destinado ao culto da água, um dos adoratórios que conformavam o sistema de ceques de Cusco, conjunto de linhas imaginárias nos lugares sagrados e indicavam o tempo e o lugar das cerimônias.

– As escadarias e o laboratório agrícola de Moray
É famoso pelo seu anfiteatro afundado. Ao parecer, o lugar constituía um centro de investigação agrícola inca dedicado à experimentação de cultivos em torno aos diferentes níveis altitudinais de suas parcelas (algumas a mais de 100 m de profundidade). As escadarias, construídas sobre muros de contenção recheados com terra fértil e regados mediante complexos sistemas de irrigação, permitiam cultivar mais de 250 espécies vegetais.

– A fortaleza e povo de Ollantaytambo
Neste típico povoado inca, destacam edifícios como o Templo do Sol, o Mañaracay o Salão Real, o Incahuatana e os Banhos da Princesa.

– Pisac
Sítio arqueológico considerado entre os mais importantes de Cusco é um povo moderno, de origem colonial. Pisac tem também um mercado que atrai a milhares de visitantes e comunheiros procedentes de afastados casarios, vestidos com suas coloridas vestimentas tradicionais.

– Complexo Arqueológico de Pukapukara
O complexo possui numerosos recintos, praças interiores, aquedutos, atalaias e caminhos; haveria servido como tambo ou local de descanso e alojamento. Segundo contam, cada vez que o Inca ia visitar Tambomachay, ia acompanhado por uma grande comitiva que se hospedava em Pukapukara.

– Povoado de Chinchero
Destaca a igreja construída durante os anos da colônia, com lindíssimas pinturas da Escola Cusquenha. Aos domingos realiza-se uma feira e os comerciantes e camponeses ainda utilizam o sistema de troca e intercambiam seus produtos. Na região existem importantes restos arqueológicos

– Salinas de Maras
São minas de sal cuja exploração é tão antiga como o Tahuantinsuyo. Os povoadores canalizam a água salina que emana do solo por um olho d’água denominado Qoripujio- para poças e com o efeito do sol se evapora deixando na superfície o sal que depois é tratado para poder ser comercializado. A vista de aproximadamente três mil poças é realmente espetacular.

Machu Picchu

– Setor agrícola
Está rodeado por uma sucessão de andenes (plataformas de cultivos) com diferentes tipos e dimensões que possivelmente cumpriam duas funções principais: Cultivo e contenção das erosões produzidas pelas chuvas.

– Posto de vigilância
Constituído por um edifício de três muros com várias janelas, situado antes da portada principal. Desde este edifício se observa panoramicamente os dois grandes setores Agrícola e Urbano e o ambiente paisagístico.

– Cemitério superior e rocha ritual
Nesta zona encontraram-se restos ósseos e na parte superior encontram-se cantos rodados (pedras), que pertencem ao lugar, o que indica que foram realizadas oferendas nestas mencionadas pedras.

– Setor urbano
Este setor abriga os maiores elementos arquitetônicos de uma cidade (llaqta) inca. A cidade tem forma de U. Ao norte observa-se um grande sub-setor religioso dos templos, ao sul o conjunto de habitações e ateliês em andenes (plataformas) que Hiram Bingham denominou grupo militar.

– O Templo do Sol
É uma construção semicircular edificada sobre uma rocha maciça. Neste edifício há duas janelas trapezoidais com protuberâncias em cada esquina e no lado norte há uma porta finamente lavrada com perfurações nas jambas, muito similares ao do Templo do Qoricancha em Cusco.

– Rocha sagrada
Apresenta uma peça monolítica lavrada de 3 m de altura e 7 m de base que se assemelha a um felino. De outro ângulo observa-se como o perfil de uma montanha circundante a Machu Picchu.

– Templo das três janelas
Situa-se ao oriente da praça principal, tem uma grande planta retangular e o nome deve-se a que na parte matriz existem três lindíssimas janelas e dois vãos cegos. O tipo arquitetônico desenvolvido neste recinto juntamente com o templo principal é o mais impressionante de todo Machu Picchu: são enormes poliedros finamente esculpidos e unidos com milimétrica precisão.

– Templo principal
Está ao norte da praça sagrada, bem perto das Três janelas, construído em forma de wayrana, isto é, retangular, mas só com três paredes; tem 11 m. comprimento por 8 m de largura e suas muralhas têm uma espessura de 0.90 m. Há uma pedra esculpida que servia de altar ao pé do muro principal.

– Intiwatana
Rocha mãe intrusiva, ponto cerimonial que pode ser traduzido como Inti = sol e wata = ano, que foi um lugar de estudo do ano solar onde puderam determinar os solstícios e equinócios. Muitos estudiosos afirmam que os Intiwatanas servia como pontos direcionais e nos ângulos encontra-se o norte magnético. Em todo caso, tratava-se de um eixo ritual de grande significado religioso.

– As praças
São quatro praças dispostas em diferentes níveis que se caracterizam por apresentar formas retangulares de estilo clássicoinca, intercomunicadas por escalões encravados nos parâmetros dos andenes. A maior praça é a praça central, e cumpria com funções religiosas e sociais.

– Mausoléu ou tumba
O enorme bloco de pedra inclinado que suporta o templo do sol na parte inferior, apresenta uma gruta que está decorada e acondicionada com uma excepcional maestria, que depois seria utilizada como mausoléu. Também foi lugar de adoração e oferenda às múmias das principais autoridades; na entrada apresenta representação do signo escalonado da deusa terra.

– As portas
Apresentam variadas características de textura, tamanho e estilo arquitetônico que as diferenciam umas das outras, apesar de que todas coincidem com a tradicional forma trapezoidal.

– Wayna Picchu
O guardião eterno do Santuário, o Wayna Picchu (Montanha Jovem em Quechua) levanta-se imponente dominando a cidadela Inca. Subir até o topo é outra experiência inesquecível. No trajeto apreciam-se recintos sagrados e admiráveis terraços construídos sobre o precipício.

– Wiñawayna
Wiñaywayna (Por sempre jovem em Quechua), talvez seja a construção mais linda da Trilha Inca. Situada a 2700 m de altitude, possui um pequeno setor urbano com o destaque de dez fontes rituais e uma torre construída com pedras lavradas. Outra atração é a escalinata que conecta os diversos níveis do complexo e o setor agrícola, com terraços pendentes que desafiam o precipício que vai dar ao cânion de Vilcanota.

– Trilha Inca
Faz parte da rede de caminhos que os Incas desenvolveram para unir os principais centros administrativos e religiosos em todo o Tahuantinsuyo. Uma dessas vias comunicava Cusco com Machu Picchu.Para realizar todo o percorrido são quatro dias e é recomendável estar com uma excelente preparação física, enquanto que para o percorrido de um dia, que também permite viver uma linda experiência não necessita o rigor de um trekking exigente, e a parada principal é o sítio arqueológico de Wiñaywayna.

– Intipunku
Porta do Sol em Quechua, é a entrada a Machu Picchu através da Trilha Inca. O ideal é chegar aí antes do amanhecer para contemplar como a cidadela Inca vai aparecendo enquanto a neblina vai desaparecendo é um espetáculo comovente, emocionante e inesquecível.

– Templo da Lua
Partindo da praça principal de Machu Picchu, realiza-se uma caminhada de três horas para chegar a este templo, onde está presente a conceitualização religiosa dos três níveis do mundo andino: o Hanan Pacha (o mundo encima da terra), o Kay Pacha (o mundo da terra) e o Ukju Pacha (o mundo interior da terra), representados pelo Condor, pelo Puma e pela Serpente.

A melhor época vai de maio a agosto, no inverno. As temperaturas são bem mais baixas, mas não chove tanto como nos outros meses do ano. A incidência de chuvas é maior entre dezembro e fevereiro.

BRASILEIROS: são aceitos somente Passaporte (validade mínima de 6 meses) ou RG original (com foto recente).

ESTRANGEIROS: é necessário RNE original e Passaporte. Importante verificar se o país de destino exige visto de seu país natal.

MENORES de 18 anos – autorização por autenticidade* de pai e mãe, com firma reconhecida em 3 vias (para menores viajando sem a presença do pai e da mãe, acompanhados por terceiros maiores e capazes). A mesma regra aplica quando acompanhados por apenas um dos pais, autorização por autenticidade* do genitor que não viajará.

* Firma reconhecida por autenticidade: significa que ambos os pais devem comparecer pessoalmente ao cartório para providenciarem o documento de autorização.
**O novo passaporte brasileiro (cor azul) não registra s filiação do viajante (não consta os nomes dos pais). Por isso, os menores de idade, viajando ou não acompanhados dos pais, além do passaporte válido, também deverão apresentar no check in, o RG ou Certidão de Nascimento original. Isso é necessário para confirmar a paternidade do menor.

Vacinas

– É obrigatória a apresentação do comprovante internacional de vacinação contra a Febre Amarela (tirada com no mínimo 10 dias antes do embarque).

– Devido a pandemia do Covid 19, é exigida a vacina para efeitos de viagens ao exterior. Consulte-nos para maior detalhamento das exigências.

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